sexta-feira, 12 de março de 2010

Glauco is dead!


Ok, não uso colantes aqui. Nem possuo super poderes. Chega dessse papo nerd, mas esse é o clichê do vocabulário de um quandrinhista. A lábia sempre passa pelo universo dos super. Sim, lábia. Estou te dando esse pirulito, neném. O docinho é para te convencer que o meu veneno é um bom negócio.
Hoje o Glauco morreu e fiquei puto com isso. Essa foi a minha primeira reação porque o mundo, nação ou estado é cada vez mais uma lixeira e nós, humanos, lavas que vão dançando sobre os nossos alimentos. Veja! Somos seres humanos desfilando nossos egos fálicos (quis dizer flácidos) nos espelhos dos shoppings . Viu que estou sem cuecas e me masturbo? Meu ego é do caralho e o seu podre!
Ponha o dedinho no cu, seu covarde de merda. Glauco morreu! Um cara da paz e baita ser humano. Sem esses nossos metrequefes sábios de inteligência superior. Glauco era um cara na dele e a primeira vez que eu vi a sua magia foi na risada do meu amigo Leandro Adriano. Isso lá pelos meados dos anos 80. Risco dizer 84 ou 85. Década foda essa. Década valente e Glauco um dos Cavalheiros dessa década. Humor ácido e foda! Mataram um gênio.
O covarde que o furou com 4 tiros é um cão doido perverso! Destruiu o bem. Glauco fez bem ao país(na dele), isso sem restrição, sem idade e época . Confesso estar de mal humor. Com vontade de ser o Cavaleiro das Trevas. Partir ossos. Por favor, preciso de uma desculpa para farelar um covarde. Ariel, fica em paz, o papo aqui não é contigo. Não vou ser tão doido em dizer filho da puta. Mundo Cão!
...
Passado a raiva...preciso saber se há um sentido, amigo.
No fundo do coração eu sinto que tu diz que há. Não foi em vão.
Vaya com Diós, muchacho!

Um comentário:

Ethon disse...

Sabemos que existem histórias para fazer as pessoas dormirem e outras para fazer acordar (como diria Lourenço Mutarelli), e que risadas podem sacodir e despertar juntinho e gostoso. Glauco era (é?) do time do coração, mais que um craque individual, um colaborador na boa, gerando um referencial de emotividade gráfica na veia irreparável. Como se não bastasse matar O cara, ainda levam o filho junto. Não é mole encontrar as palavras, sei, mas para quem está "p. da vida" até que o desabafo consegue melhorar o silêncio.